http://www.youtube.com/watch?v=XgCcXsEkoBk
Fiz do podcast, um "vídeo".
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Sexo, adolescência e banalidade
Hoje em dia sexo é uma palavra comum no vocabulário dos adolescentes.
Antes, meninos só conversavam entre si e tinham vergonha de falar sobre o assunto. Meninas, muitas vezes, nem sabiam do que se tratava.
Antes, meninos só conversavam entre si e tinham vergonha de falar sobre o assunto. Meninas, muitas vezes, nem sabiam do que se tratava.
Será que a mídia influência na sexualidade dos jovens?
O tema era pouco discutido, pouco divulgado. Mas, atualmente, basta ligar a televisão para se deparar com cenas explícitas em qualquer horário. Canais que transmitem desenhos pela manhã, passam filmes pornôs durante a madrugada.
Sexo virou algo rotineiro, tratado com indiferença. É exposto de forma escandalosa na internet e na TV para o alcance de todas as idades. Mulheres discutem nas rodas de conversa sobre o que fizeram, como foi, o que gostam. Homens contam detalhes, contam vantagem, contam mulheres.
Mas já que o assunto se tornou tão informal, não seria necessário maiores informações?
Virgindade é item de luxo entre jovens de 13 a 20 anos. Cada vez mais cedo, os adolescentes praticam sexo. Mas o número de informações ainda não basta. Prova disso é a quantidade de meninas grávidas antes do tempo. Basta andar pelas ruas para se deparar com várias “crianças” que carregam outra no ventre.
Quando um adolescente chega aos 13 anos, os pais deveriam parar suas atividades diárias e seus compromissos durante uma tarde. Deveriam explicar sobre sexo, camisinha, gravidez indesejada, doenças. Muitos adultos reclamam que seus pais não os aconselhavam, eram conservadores e autoritários. Mas será que essa essência não foi transmitida aos atuais pais?
Não basta o governo fazer propagandas, distribuir preservativos, panfletos. Educação vem de casa. E porque educação sexual também não?
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